2011/04/01

The Vaccines

Verão, caraças...

Lung Buonmee Raluek Chat



3/5

2011/03/31

Elbow

Coisa muito boa.

2011/03/29

Another Year



4,5/5

2011/03/27

Life During Wartime



3/5

2011/03/26

Copie Conforme



2,5/5

2011/03/25

Burial

O mestre do Dubstep está de volta.

2011/03/24

Inside Job



4/5

2011/03/22

The Pacific (mini-série)

The Pacific (mini-série)


Só para quem gostou (e muito) do Band Of Brothers.
A guerra é uma merda!!!

2011/03/21

Hors-La-Loi



3/5

2011/03/20

Cristina Branco

"Se nunca te encontro, nunca te perdi."

2011/03/18

Carlos (mini-série)



Carlos "O Chacal", a vida de um dos maiores terroristas dos nossos tempos. Soberba biografia.

Maps & Atlases

Mais uma máquinas aqui e ali e um pouco mais de paranóia e podiam ser os TV On The Radio

La Nostra Vita



3,5/5

2011/03/16

Californication (série)

Californication (3ª Season)



Continuação da senda de Hank Moody, talvez a menos boa season até ao momento, ainda assim continua a valer imenso pela excelente construção dos diálogos. O ultimo episódio abre imenso a história....

2011/03/15

Haevnen



4/5

2011/03/12

2011/03/10

James Blake

Porque é de facto, um dos melhores discos de 2011.

Tropa de Elite 2



4/5

2011/03/02

Parts & Labor

Brooklyn aqui vou eu…

A música de Parts & Labor é uma autêntica prova de 200 metros estilos, varrem imensos géneros musicais, uma verdadeira salganhada sónica onde tudo é permitido. A banda de Brooklyn (mais uma, parece que existe por lá uma fábrica…) não inibe de produzir um electro-punk-noise-rock, edificado na voz Dan Friel e no suave groove do baixo de BJ Warshaw, isto claro sem querer tirar importância aos compassos descompassados da bateria de Christopher Weingarten. Analisando só assim, fica a sensação de ser mais um power trio dos muitos que por aí pululam, mas há aqui um elemento que não só pode (e não deve) ficar esquecido, a armadura de sintetizadores que sustentam toda esta estrutura. Constant Future é assim um disco de inconstâncias, é propositadamente desequilibrado, andando dentro e fora das subs-espécies do rock, ouçam por exemplo “Outnumbered” um muro de distorção à prova de tudo ou “Rest” que gostava de definir como experimental-epical-rock (só porque sim).
Ao 7º disco os Parts & Labor, podem gabar-se definitivamente de serem uma banda, que cria e define um estilo muito próprio e de fácil identificação e isso nos tempos que correm é raro e deve ser entendido como uma mais-valia. Quanto a mim estou decidido, vou mudar-me para Brooklyn, é tudo uma questão de tempo, é só terminar aqui umas coisitas e lá vou eu…

Momento Mágico: Skin And Bones


Parts & Labor - Constant Future (2011) - Jagjaguwar





Parts & Labor (site) & MySpace

Orelha Negra

Porque a musica é excelente, porque o vídeo está muito bom, porque é um dos grandes discos de 2010, porque são portugueses...

2011/02/23

Mother



3/5

2011/02/22

Long Way To Alasca

Quem diz que só do Brooklyn é que vem coisa boa?

2011/02/21

The King's Speech



3,5/5

Kanye West

Porque o considero um génio.

2011/02/19

Birds Are Indie (Concerto)

COIMBRA - O TEATRÃO - 2011-02-18
MySpace





2011/02/17

Restrepo



4,5/5

2011/02/16

The Time That Remains



3,5/5

2011/02/14

Baker, Tom

O Rapaz Que Chutava Porcos

Um curto e delicioso livro comicamente demente, cheio de acontecimentos absurdos mas com imensa moralidade.

"Mesmo atrás da malograda equipa de televisão, e como que para provar que a verdade é mais estranha do que a ficção, vinha um camião que transportava seis mil frangos e trezentos pintos para o aviário perto de Wormshill. Os pneus do camião derreteram-se num ápice. E o veículo rangeu até ficar paro como se estivesse na areia. Como os galos cantavam, ainda que a aurora já tivesse passado. E no outro lado da auto-estrada, uma camioneta com três mil garrafas de vinho tinto explodiu e o vinho jorrou em cascata sobre a criação que assava na brasa. Em poucos minutos o cheiro a coq au vin podia sentir-se por todo o distrito." in O Rapaz Que Chutava Porcos


2011/02/13

Rabbit Hole



4/5

True Grit



3/5

2011/02/11

Cut Copy

Maturidade

Sediados em Melbourne, os Cut Copy regressam 3 anos após do aclamado In Ghost Colours, aliás nem se pode considerar bem um regresso, vejo mais a coisa como uma continuação (e das boas). Agarrados ao electro-pop, convertem tudo em que tocam em pura diversão, contagiando de uma forma incontrolável todos os músculos do corpo. Ao terceiro disco, os Cut Copy continuam com a mesma destreza de espírito, se bem que agora deixam transparecer que o sucesso trouxe maior responsabilidade, esse crescendo de maturidade é visível na forma como o disco está construído. O trabalho cuidado de estúdio e produção, dá a Zonoscope um corpo uniforme, onde tudo encaixa na perfeição, é um perfeito puzzle onde cada cor e luz brilham por si só. Como nem tudo é perfeito, está limpeza de defeitos, atira os Cut Copy para uma zona menos poluída do circuito, abrindo à banda australiana outros palcos e outros mundos.

Momento Mágico: Alisa


Cut CopyZonoscope (2011) – Modular


Cut Copy (site) & MySpace

Cut Copy - Need You Now (Stereogum Premiere) from stereogum on Vimeo.


2011/02/09

Roth, Philip

O Complexo de Portnoy

Uma viagem por diversas camas, divãs e afins, sexo a rodos, paranoias em excesso e complexos em demasia. Roth é um escritor de uma destreza mental (e de escrita) impressionante, descreve cenários de uma forma intensa, cria personagens cheias de defeitos e relata pequenas histórias cheias de humor, enfim um autor perfeitamente mundano.

"Oh, rapariga absolutamente mal proporcionada! Não eras nenhum manequim longilíneo, tu! Pois não tinhas mamas, não senhor, e depois? Esguia como uma borboleta na caixa torácica e no pescoço, mas corpolenta como um urso daí para baixo! Enraizada, quero eu dizer! Com aquelas pernas de avançada-centro bem platandas neste solo americano!" in O Complexo de Portnoy

""Bom dia", diz ele e ocorre-me então que a palavra "dia", no sentido em que ele a emprega, se refere especificamente às horas entre as oito da manhã e o meio-dia. Nunca tinha pensado nisso antes. Ele quer que as horas entre as oito e o meio-dia seja boas, isto é, agradáveis, divertidas, proveitosas! Estamos todos a desejar-nos uns aos outros quatro horas de prazer e trabalho frutuoso. Caramba, é estupendo! Hem, que coisa mais simpática! Bom dia! E o mesmo se aplica a "Boa tarde"! e "Boa noite"! Meu Deus! A língua inglesa é uma forma de comunicação! O acto de conversar não é apenas um fogo cruzado em que se dispara e se é atingido! Em que se tem de baixar a cabeça para sobreviver e atirar a matar! As palavras não são apenas bombas e balas - não, são pequenos presentes, contendo um sentido." in O Complexo de Portnoy


2011/02/07

Discodeine

Conjugação perfeita.

2011/02/06

Black Swan



3/5

127 Hours



4/5

I'm Still Here



3,5/5

2011/02/05

Cyrus



3/5

Californication (série)

Californication (2ª Season)



Mais do mesmo. Continua o brilhantismo de alguns diálogos. Próxima paragem 3ª Season.

2011/02/02

Nicolas Jaar

Como não há vídeo, sejam realizadores por alguns instantes.

2011/01/31

The Fighter



2,5/5

Somewhere



3,5/5

2011/01/26

Boardwalk Empire (série)

Boardwalk Empire (1ª Season)



Apesar da base do argumento estar mais que batido, a qualidade da série mantêm-se intocável. Há um Michael Pitt que aos poucos se converte num actor de génio, há um Steve Buscemi igual a si proprio e um Michael Shannon que é um deus da representação... e também há a Paz de La Huerta.
Para compor tudo isto, temos provavelmente a melhor INTRO dos ultimos tempos.

2011/01/25

2011/01/23

Lia Ices

Uma descoberta.

Californication (série)

Californication (1ª Season)



Redundante q.b., mas com diálogos a roçar a perfeição e actores bastante competentes. Aconselho.

2011/01/21

Kray



3/5

2011/01/19

Destroyer

Kaputt? Não, pelo contrário.

Poderia (e devia) guardar o texto sobre Kaputt lá mais para Dezembro, era um cliché cheio de pinta terminar o ano com um disco com este nome, mas acontece que audição atrás de audição, fizeram-me antecipar essa decisão. Ao 9º disco Daniel Bajar presenteia-nos com um art rock suave, cruzado com amenas linhas de jazz-pop, soa aos bons anos 80, descontraído, simples mas bastante eficaz. Kaputt é um disco onde tudo está no seu devido lugar, nota-se perfeitamente que foi essa a intenção, um trabalho exemplar de produção, aliado a capacidade invejável de Bajar para construir música. Kaputt é uma passadeira vermelha para o bom gosto, Bajar tem de passar a ser mais conhecido, ficar retido na prateleira do indie apenas acessível a meia dúzia de ouvidos é quase crime.

Momento Mágico: Bay Of Pigs


Destroyer Kaputt (2011) - Merge


Destroyer (site) & MySpace


2011/01/18

Srpski Film



4/5

2011/01/16

The Town



2.5/5