Verão, caraças...
2011/04/01
2011/03/31
2011/03/29
2011/03/27
2011/03/26
2011/03/25
2011/03/24
2011/03/22
The Pacific (mini-série)
The Pacific (mini-série)
Só para quem gostou (e muito) do Band Of Brothers.
A guerra é uma merda!!!
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Antonio Antunes
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2011/03/21
2011/03/20
2011/03/18
Carlos (mini-série)

Carlos "O Chacal", a vida de um dos maiores terroristas dos nossos tempos. Soberba biografia.
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Antonio Antunes
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Maps & Atlases
Mais uma máquinas aqui e ali e um pouco mais de paranóia e podiam ser os TV On The Radio
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Antonio Antunes
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2011/03/16
Californication (série)
Californication (3ª Season)
Continuação da senda de Hank Moody, talvez a menos boa season até ao momento, ainda assim continua a valer imenso pela excelente construção dos diálogos. O ultimo episódio abre imenso a história....
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Antonio Antunes
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2011/03/15
2011/03/12
2011/03/10
2011/03/02
Parts & Labor
A música de Parts & Labor é uma autêntica prova de 200 metros estilos, varrem imensos géneros musicais, uma verdadeira salganhada sónica onde tudo é permitido. A banda de Brooklyn (mais uma, parece que existe por lá uma fábrica…) não inibe de produzir um electro-punk-noise-rock, edificado na voz Dan Friel e no suave groove do baixo de BJ Warshaw, isto claro sem querer tirar importância aos compassos descompassados da bateria de Christopher Weingarten. Analisando só assim, fica a sensação de ser mais um power trio dos muitos que por aí pululam, mas há aqui um elemento que não só pode (e não deve) ficar esquecido, a armadura de sintetizadores que sustentam toda esta estrutura. Constant Future é assim um disco de inconstâncias, é propositadamente desequilibrado, andando dentro e fora das subs-espécies do rock, ouçam por exemplo “Outnumbered” um muro de distorção à prova de tudo ou “Rest” que gostava de definir como experimental-epical-rock (só porque sim).
Ao 7º disco os Parts & Labor, podem gabar-se definitivamente de serem uma banda, que cria e define um estilo muito próprio e de fácil identificação e isso nos tempos que correm é raro e deve ser entendido como uma mais-valia. Quanto a mim estou decidido, vou mudar-me para Brooklyn, é tudo uma questão de tempo, é só terminar aqui umas coisitas e lá vou eu…
Momento Mágico: Skin And Bones
Parts & Labor - Constant Future (2011) - Jagjaguwar

Parts & Labor (site) & MySpace
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Orelha Negra
Porque a musica é excelente, porque o vídeo está muito bom, porque é um dos grandes discos de 2010, porque são portugueses...
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Antonio Antunes
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2011/02/23
2011/02/22
Long Way To Alasca
Quem diz que só do Brooklyn é que vem coisa boa?
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Antonio Antunes
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2011/02/21
2011/02/19
Birds Are Indie (Concerto)
COIMBRA - O TEATRÃO - 2011-02-18
MySpace


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Antonio Antunes
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2011/02/17
2011/02/16
2011/02/14
Baker, Tom
Um curto e delicioso livro comicamente demente, cheio de acontecimentos absurdos mas com imensa moralidade.

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Antonio Antunes
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2011/02/13
2011/02/11
Cut Copy
Sediados em Melbourne, os Cut Copy regressam 3 anos após do aclamado In Ghost Colours, aliás nem se pode considerar bem um regresso, vejo mais a coisa como uma continuação (e das boas). Agarrados ao electro-pop, convertem tudo em que tocam em pura diversão, contagiando de uma forma incontrolável todos os músculos do corpo. Ao terceiro disco, os Cut Copy continuam com a mesma destreza de espírito, se bem que agora deixam transparecer que o sucesso trouxe maior responsabilidade, esse crescendo de maturidade é visível na forma como o disco está construído. O trabalho cuidado de estúdio e produção, dá a Zonoscope um corpo uniforme, onde tudo encaixa na perfeição, é um perfeito puzzle onde cada cor e luz brilham por si só. Como nem tudo é perfeito, está limpeza de defeitos, atira os Cut Copy para uma zona menos poluída do circuito, abrindo à banda australiana outros palcos e outros mundos.
Momento Mágico: Alisa
Cut Copy – Zonoscope (2011) – Modular

Cut Copy (site) & MySpace
Cut Copy - Need You Now (Stereogum Premiere) from stereogum on Vimeo.
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2011/02/09
Roth, Philip
O Complexo de Portnoy
"Oh, rapariga absolutamente mal proporcionada! Não eras nenhum manequim longilíneo, tu! Pois não tinhas mamas, não senhor, e depois? Esguia como uma borboleta na caixa torácica e no pescoço, mas corpolenta como um urso daí para baixo! Enraizada, quero eu dizer! Com aquelas pernas de avançada-centro bem platandas neste solo americano!" in O Complexo de Portnoy
""Bom dia", diz ele e ocorre-me então que a palavra "dia", no sentido em que ele a emprega, se refere especificamente às horas entre as oito da manhã e o meio-dia. Nunca tinha pensado nisso antes. Ele quer que as horas entre as oito e o meio-dia seja boas, isto é, agradáveis, divertidas, proveitosas! Estamos todos a desejar-nos uns aos outros quatro horas de prazer e trabalho frutuoso. Caramba, é estupendo! Hem, que coisa mais simpática! Bom dia! E o mesmo se aplica a "Boa tarde"! e "Boa noite"! Meu Deus! A língua inglesa é uma forma de comunicação! O acto de conversar não é apenas um fogo cruzado em que se dispara e se é atingido! Em que se tem de baixar a cabeça para sobreviver e atirar a matar! As palavras não são apenas bombas e balas - não, são pequenos presentes, contendo um sentido." in O Complexo de Portnoy

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2011/02/07
2011/02/06
2011/02/05
Californication (série)
Californication (2ª Season)
Mais do mesmo. Continua o brilhantismo de alguns diálogos. Próxima paragem 3ª Season.
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2011/02/02
Nicolas Jaar
Como não há vídeo, sejam realizadores por alguns instantes.
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Antonio Antunes
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2011/01/31
2011/01/26
Boardwalk Empire (série)
Boardwalk Empire (1ª Season)
Para compor tudo isto, temos provavelmente a melhor INTRO dos ultimos tempos.
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Antonio Antunes
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2011/01/25
2011/01/23
Californication (série)
Californication (1ª Season)
Redundante q.b., mas com diálogos a roçar a perfeição e actores bastante competentes. Aconselho.
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Antonio Antunes
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2011/01/21
2011/01/19
Destroyer
Poderia (e devia) guardar o texto sobre Kaputt lá mais para Dezembro, era um cliché cheio de pinta terminar o ano com um disco com este nome, mas acontece que audição atrás de audição, fizeram-me antecipar essa decisão. Ao 9º disco Daniel Bajar presenteia-nos com um art rock suave, cruzado com amenas linhas de jazz-pop, soa aos bons anos 80, descontraído, simples mas bastante eficaz. Kaputt é um disco onde tudo está no seu devido lugar, nota-se perfeitamente que foi essa a intenção, um trabalho exemplar de produção, aliado a capacidade invejável de Bajar para construir música. Kaputt é uma passadeira vermelha para o bom gosto, Bajar tem de passar a ser mais conhecido, ficar retido na prateleira do indie apenas acessível a meia dúzia de ouvidos é quase crime.
Momento Mágico: Bay Of Pigs
Destroyer – Kaputt (2011) - Merge

Destroyer (site) & MySpace
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Antonio Antunes
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